Se você está pensando em morar em Portugal e trabalha remotamente, provavelmente já se deparou com essas duas opções: D7, visto de renda passiva ou o D8, que é o visto de nômade digital.
A principal diferença entre eles está justamente na origem da renda e na atividade que você exerce.
O D7 é voltado para quem pretende residir em Portugal com rendimentos próprios, como pensão, aposentadoria e determinados rendimentos de patrimônio ou investimentos. A análise dos meios de subsistência é uma parte importante desse processo.
Já o D8, conhecido como visto de nômade digital, é destinado a quem exerce atividade profissional de forma remota para empresas fora de Portugal.
Na autorização de residência, por exemplo, a AIMA exige documentação que comprove o vínculo laboral ou a prestação de serviços para uma entidade com sede ou domicílio fora do território português.
Então, se você trabalha remotamente para uma empresa brasileira ou presta serviços para clientes no exterior, o D8 pode fazer sentido.
Mas se você vive de rendimentos próprios e não depende de uma atividade profissional remota para se manter, precisamos analisar o D7.
E aqui está o ponto que eu sempre reforço: não escolha o visto porque ele parece mais fácil ou porque funcionou para outra pessoa.
Precisamos olhar para a sua realidade.
Primeiro analisamos o cenário e depois definimos uma estratégia.
D7 e D8 não são duas versões do mesmo visto. São caminhos diferentes para realidades diferentes.
E qual você deveria escolher? Depende da sua realidade. E é justamente por isso que planejamento migratório existe.
Busque uma advogada especializada e com experiência para te acompanhar durante todo o processo, desde o planejamento até a execução.
Tabatha Walazak – Advogada especializada em Nacionalidade e imigração.
Tabatha Walazak é advogada especializada em mobilidade global e nacionalidade portuguesa. Com forte atuação presencial e estratégica nas Conservatórias e órgãos de imigração (Consulados e AIMA) em Portugal, Tabatha destrava a burocracia europeia para brasileiros. O seu foco é garantir processos de cidadania mais céleres e bem acompanhados e oferecer assessoria jurídica completa, de ponta a ponta, para vistos de residência para detentores de rendimentos próprios, nômades digitais e empresários, (D7, D8 e D2).